
TEMAS E ABORDAGENS

Criamos experiências de aprendizagem que partem das necessidades da organização, das equipes e das lideranças, e se transformam em práticas aplicáveis.
Cada solução da Juá é uma oportunidade de evolução, individual, coletiva e organizacional.
Como fazemos isso?
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Respeitando a autenticidade de cada pessoa.
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Com processos que combinam consistência, leveza e profundidade.
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Com metodologias que promovem reflexão, troca de experiências e aprendizados sobre desafios reais.
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Com ferramentas que ajudam a tangibilizar a teoria na prática.
Como
fazemos?
Autoconhecimento e Inteligência Emocional
Todos os dias somos colocados diante de situações que nos provocam, exigem respostas rápidas e despertam emoções intensas. Muitas vezes, reagimos sem perceber. E essas reações automáticas podem gerar ruídos, desgastes e distanciamento nas relações.
Desenvolver autoconhecimento e inteligência emocional é o caminho para transformar o impulso em consciência, o automatismo em escolha e a reatividade em aprendizado.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
O papel do autoconhecimento nas jornadas pessoal e profissional: compreender como nossas histórias e experiências moldam a forma como lideramos, nos relacionamos e tomamos decisões.
Compreendendo as emoções: reconhecer que emoção é informação e que aprender a nomear o que sentimos é o primeiro passo para lidar com isso de forma saudável.
O sequestro emocional: entender o que acontece no corpo e na mente quando somos “tomados” por uma emoção, e como restaurar o equilíbrio com recursos simples.
O poder da escolha: estar consciente de que entre o estímulo e a resposta existe um espaço e neste espaço está a liberdade de escolher como queremos agir.
Manejo do estresse e atenção plena: cultivar a plena consciência do corpo, da respiração, dos pensamentos e sentimentos, reduzindo a impulsividade e ampliando clareza.
Agilidade emocional: desenvolver a habilidade de se mover entre diferentes estados emocionais com consciência, sem se deixar dominar por eles.
Atenção Plena para Autogestão
Em um mundo acelerado, é fácil se perder entre o que já passou e o que ainda não aconteceu. A mente salta do arrependimento por ações passadas às preocupações com questões futuras, e raramente encontra descanso no agora. A atenção plena ou mindfulness é uma prática que nos ensina a estar presentes, de corpo e mente, no momento em que a vida realmente acontece; e, a partir desta presença, fazer melhores escolhas.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
O que é atenção plena: compreender as bases do mindfulness, sua origem e como a prática transforma o cérebro, a percepção e os comportamentos.
Atenção plena no corpo: reconhecer sensações físicas como ponto de ancoragem no presente e perceber os sinais de tensão, cansaço e desconexão antes que se transformem em esgotamento.
Atenção plena na respiração: usar a respiração como ferramenta de regulação emocional e de reconexão com o momento presente.
Identificando e acolhendo o momento presente: desenvolver a habilidade de observar pensamentos e emoções sem julgamento, com curiosidade e gentileza.
Escolhas conscientes: transformar o impulso em presença e tomar decisões a partir de um estado mais lúcido e equilibrado.
Impactos da atenção plena na saúde física, mental e emocional: compreender os efeitos cientificamente comprovados da prática na redução do estresse e da dor crônica, na melhora da concentração e no fortalecimento do bem-estar integral.
Segurança Psicológica: Formação de lideranças
Vivemos em um tempo que exige de todos nós a capacidade de aprender, desaprender e recomeçar, muitas vezes, tudo ao mesmo tempo. Para que isso aconteça de forma saudável e produtiva, não basta apenas ter metas e processos bem definidos: é preciso criar ambientes onde as pessoas se sintam seguras para se expressar, arriscar, errar e contribuir com o que sabem. Essa é a base da segurança psicológica e também o alicerce para tornar as equipes mais eficazes.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
A necessidade de pertencer: compreender o quanto o senso de pertencimento é essencial para o engajamento, a criatividade e o bem-estar coletivo.
O preço da autoproteção: perceber como os comportamentos defensivos surgem em ambientes de baixa confiança e como isso impacta a performance do time.
Criando e sustentando segurança psicológica: exercitar práticas concretas que fortalecem a escuta, o acolhimento e o diálogo produtivo no dia a dia das equipes.
A caixa de ferramentas do líder: explorar as três chaves para liderar com segurança psicológica:
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Preparar o terreno: dialogar sobre o futuro, o propósito e as incertezas.
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Convidar à participação: incentivar contribuições, perguntas e diferentes pontos de vista.
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Responder produtivamente: acolher ideias e erros com postura construtiva, transformando aprendizados em ação.
Segurança Psicológica: Alicerce da Cultura
Ambientes de alto desempenho não acontecem por acaso, eles são cultivados a partir de uma base sólida de confiança, respeito e liberdade para ser e contribuir. A Segurança Psicológica é esse alicerce invisível, mas essencial que permite que as pessoas expressem suas ideias com autenticidade, assumam riscos inteligentes, aprendam umas com as outras sem medo de errar. Quando a cultura organizacional estimula a segurança psicológica, há espaço para a curiosidade, a escuta e a inovação. Quando está ausente, o medo silencia, a criatividade se retrai e o aprendizado coletivo se perde.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
O que é e o que não é segurança psicológica: entender os limites entre acolhimento e permissividade, e como diferenciar ambientes saudáveis de ambientes confortáveis.
Como é estar em um ambiente com segurança psicológica: reconhecer os sinais de confiança, escuta ativa e responsabilidade compartilhada que fortalecem a cultura.
Comportamentos esperados da liderança e dos times: desenvolver práticas cotidianas que reforcem segurança, autenticidade, colaboração e responsabilização, da forma como se fala até como se decide e aprende junto.
Comunicação e Conversas difíceis
Grande parte dos desafios nas organizações e na vida tem origem nas conversas que evitamos, interrompemos ou conduzimos sem presença. Muitas vezes, deixamos de falar sobre o que importa por medo de conflito, ou falamos de um jeito que fecha portas em vez de criar pontes. Ainda que nos comuniquemos desde que nascemos, nem todos aprendemos a conversar de forma consciente, especialmente quando há alta carga emocional, opiniões divergentes ou expectativas não ditas.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
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O impacto das suposições na comunicação: perceber como nossas interpretações moldam o diálogo e como trazer consciência ao que realmente foi dito.
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Ferramentas para diálogos mais produtivos: exercitar práticas como escutar de dentro para fora, checar entendimentos, fazer perguntas genuínas e acolher o que o outro traz.
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Iniciar conversas de forma proativa: aprender a preparar o terreno para um diálogo construtivo, definindo intenção e propósito antes de falar.
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Manter o equilíbrio diante de ataques e acusações: desenvolver recursos internos para lidar com situações de tensão sem reagir impulsivamente.
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Sair da batalha de mensagens e entrar na conversa aprendizado: entender que conversas difíceis não precisam ter vencedores, podem ser espaços de crescimento mútuo, aprendizado e reconexão.
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CNV (Comunicação não violenta): aprender a expressar necessidades e emoções com clareza e respeito, criando conversas mais humanas e colaborativas. A CNV ajuda a substituir julgamentos por observações, acusações por pedidos e reações por escolhas conscientes, com isso fortalece vínculos e abre espaço para acordos melhores.
Solução Inteligente
de Conflitos
O conflito faz parte da vida e do trabalho. Ele surge sempre que há diferenças de opinião, expectativas não alinhadas ou necessidades que não foram reconhecidas. O problema não está no conflito em si, mas em como escolhemos lidar com ele. Quando evitado, o conflito cria ruídos, distanciamento e ressentimento. Quando acolhido e conduzido com consciência, pode se tornar um portal para o crescimento, a criatividade e o fortalecimento das relações.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
Entendendo o que é conflito: reconhecer que o conflito é parte natural das relações humanas e pode ser saudável quando bem gerido.
O papel que assumimos em situações de conflito: observar possíveis padrões de comportamento tais como: evitadores, reativos ou conciliadores; e suas consequências.
Ampliando o olhar para diferentes pontos de vista: exercitar a empatia e a escuta ativa para compreender o contexto e as intenções do outro antes de responder.
O certo, o errado e mais além: transcender a lógica binária para compreender que, em muitos casos, há múltiplas verdades coexistindo.
Estágios do conflito: identificar as fases de escalada de um conflito e intervir de forma adequada em cada uma delas.
Estilos para lidar com o conflito: conhecer e praticar abordagens diferentes, escolhendo conscientemente a mais adequada a cada situação.
Prática de Feedback
Dar e receber feedback é uma das tarefas mais importantes e desafiadoras dentro das organizações. Embora seja uma ferramenta reconhecida como essencial para o desenvolvimento, ainda é comum que ela gere desconforto, defensividade ou ruídos na comunicação. O que muitas vezes falta não é boa intenção, mas preparo, presença e escuta.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
A importância da escuta ativa: compreender que ouvir é mais do que esperar a vez de falar é um ato de presença e respeito.
Preparação para o feedback: cuidar tanto dos aspectos práticos (dados, exemplos, contexto) quanto dos aspectos emocionais (intenção, empatia e disponibilidade).
Durante o feedback:
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Criação de um ambiente seguro: estabelecer confiança e clareza sobre o propósito da conversa.
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Comunicação clara e objetiva: falar com precisão, sem julgamentos, conectando fatos a impactos.
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Promovendo o diálogo: transformar a conversa em via de mão dupla, abrindo espaço para a escuta e a cocriação de caminhos de desenvolvimento.
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Depois do feedback: acompanhar o que foi combinado, reconhecer avanços e sustentar o vínculo, para que a conversa se torne um processo contínuo de aprendizado.
Liderança e Gestão de Pessoas
Assumir uma posição de liderança é, ao mesmo tempo, uma conquista e um convite à maturidade, pois o resultado não depende apenas da liderança, o resultado virá por meio das pessoas da equipe. E gerir pessoas não é gerir tarefas e também não é apenas aplicar técnicas de gestão. É um exercício constante de comunicação, relacionamento, clareza e presença. É saber equilibrar direcionamento com autonomia, resultado com desenvolvimento, cobrança com cuidado.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
O papel do líder como gestor de pessoas: compreender o papel ampliado do líder como facilitador de desempenho, aprendizado e bem-estar.
A gestão individual de cada pessoa da equipe: aprender a criar e manter rotinas de conversas que realmente geram resultado.
Rotinas de conversas focadas na organização (estratégia), nas relações (cultura) e na pessoa (aprendizagem).
Direcionar e engajar: alinhar propósito, clareza de objetivos e reconhecimento para estimular o engajamento individual e coletivo.
Planejar e acompanhar o desenvolvimento: estabelecer metas de crescimento tangíveis, conectadas com as necessidades da organização e com as ambições do profissional; e acompanhar sua evolução.
Celebrar, reconhecer, orientar ou corrigir: discernir o tipo de feedback e intervenção mais adequado a cada situação.
Diferentes estilos de comunicação: reconhecer e adaptar a forma de comunicar para ampliar conexão e efetividade com diferentes perfis de pessoas e em diferentes situações.
Gestão de Equipes
Existe uma diferença importante entre gerir cada pessoa da equipe individualmente e gerir uma equipe como um organismo vivo. Liderar um time exige cultivar relações de confiança, promover diálogo aberto e criar um ambiente onde colaboração, inovação e aprendizado acontecem naturalmente. A liderança de equipes demanda habilidades de comunicação, leitura de contexto e construção de vínculos, porque é na qualidade das interações que nasce a força coletiva.
Um time que opera bem junto está mais preparado para lidar com desafios complexos, tomar decisões com agilidade, sustentar resultados no longo prazo e, sobretudo, transformar diversidade de perspectivas em soluções mais criativas e efetivas.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
A liderança como facilitadora do desempenho do time: compreender o papel da liderança na gestão da equipe.
Rotinas da liderança na gestão da equipe: quais rotinas estabelecer com o time, por que, quando e como intervir.
Ferramentas da liderança: ferramentas práticas para tornar a liderança uma facilitadora dos processos em equipe.
Condução de diálogos em time: lidar com discordâncias, estimular a participação, gerir o tempo, tomar decisões.
Carreira e Propósito
Falar de carreira é falar de escolhas. E uma escolha pode começar com uma pergunta simples, mas poderosa: “O que você realmente quer?” A resposta para essa pergunta não nasce de metas de desempenho ou expectativas externas, ela emerge do silêncio, do encontro com o que é verdadeiro em nós.
Construir uma carreira com propósito não é um destino a ser alcançado, mas um caminho que se revela passo a passo, à medida que desenvolvemos consciência, coragem e presença. Mais do que planejar o futuro, trata-se de aprender a escutar o que a vida está pedindo agora e agir, mesmo em meio às incertezas.
Exemplos de conteúdos trabalhados:
O tripé da decisão consciente: consciência, autoconhecimento e autocompaixão como bases para escolhas mais alinhadas.
Carreira com sentido: uso de frameworks como Ikigai, âncoras de carreira e ciclos de vida profissional para reconhecer seus porquês, comos e ondes.
Silêncio e escuta interior: desenvolver presença para perceber sinais do corpo, o entusiasmo e o incômodo como bússolas de decisão.
Pequenos passos elegantes: transformar o propósito em movimento prático, escolhendo o próximo passo, não o plano perfeito.
Coragem de recomeçar: lidar com transições e redirecionamentos profissionais de forma consciente e compassiva.
Integração entre vida e trabalho: alinhar ritmo, propósito e bem-estar, reconhecendo que o futuro é construído no que fazemos agora.